quinta-feira, 11 de outubro de 2007

A simplicidade não é tão simples de se conquistar assim. Ser simples é perder o poder natural da previsão. É poder se dar o luxo de apenas se preocupar em estar vivo no momento. É dar valor a coisas como passear com os dedos pela parede enquanto caminha por um corredor e sentir sincero prazer em fazê-lo.
Eu posso simplesmente afirmar que sou uma pessoa simples.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Didática Popular

É a motivação
que impulsiona
Tração
Auto-Traição

Não fiz o que devia
Mas fiz o que queria
Não era o meu dever
saber? Ser?

O melhor
pra mim fazer

O que é isso João? Mim não é índio!
Você não prestou atenção?

E João fez
o que deveria fazer
Usou sua 38
e mandou ela se foder.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Da série: "Nomes que eu não daria ao meu estabelecimento comercial"




Santa terra: São Gonçalo.


Lugar onde você pode ver tudo...


Você comeria algo numa lanchonete chamada Via Bug's?


Nem eu. Não gosto de Bugs no meu lanche.

domingo, 2 de setembro de 2007

Apenas um rapaz latino-americano

É no mínimo interessante o modo como os trópicos alteram a interação entre as pessoas, né? E pego como exemplo o nosso país. Acho que todos nós já vivenciamos algo assim. Eu pelo menos algumas vezes. "Não fale com estranhos!" - dizia a minha avó. Mas você já reparou como falamos com os outros como se fosse, em algums casos, quase amigos de infância? Já reparou também que difcilmente tratamos um estranho como um estranho? Pare e pense: Qual foi a última vez que você chamou algum estranho na rua de "Senhor" ou "Senhora"? (Claro, tirando os casos em que esses estranhos são pessoas idosas) Poucas vezes, né? Bem, toda essa intimidade deve ter alguma explicação. Todo mundo é "amigo", "parceiro", "choque", "brow" mesmo não sendo.

Isso me veio à cabeça ontem de noite, saindo da estação do metrô de Botafogo. Ao sair do vagão, me pára uma mulher cheia de sacolas das Sendas e me pede para ajudar a levá-las para a parte de cima da estação. Até aí tudo bem, uma boa ação de um bom cidadão não faz mal a ninguém. Então ela começou a me contar o porquê de tantas sacolas. Disse - "Eu não devia ter comprado tantas coisas! As vezes eu compro coisas demais e acabam estragando lá em casa." - e bla bla bla. Contou grande parte do dia dela pra mim. Isso andando a passos de formiga; já nem sei se ela estava com o pé machucado ou se era pra me atrasar mais ainda e poder contar a sua jornada homérica através das últimas, talvez, 18 horas. Ao chegar no andar de cima, tento eu devolver as sacolas e ela ainda falando sobre as compras e também sobre o filho dela que faz faculdade de "não sei o que" na UFRJ. E ainda fiquei mais uns 5 minutos contando um pouco da minha vida pra ela, agora era a minha vez. Até que ela foi embora.

Acho que dificilmente veremos algo assim fora do mundo latino. Isso tudo me parece ser uma mistura de inocência e carência. Mas tudo no bom sentido. Inocência por achar que o outro está realmente interessado na sua vida. Carência, por essa tal necessidade de simplesmente falar, não importanto o quê nem pra quem.

E não estou criticando não, pelo contrário, amo muito tudo isso!


sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Enviando.... Pronto!

Opa! Você está tendo o prazer de ler o primeiro post desse novíssimo Blog! Que honra hein!?
Bem, palhaçadas de lado, aqui começa um local onde vou deixar minhas idéias, mesmo se elas só interessem a mim mesmo... É bom escrever né? Fazendo sentido ou não, o cérebro tem de estar vazio para novas idéias. Consideremos isso aqui um lixo de idéias. Mas lembrem que o lixo tem muita coisa boa. Falo pois já peguei um Nintendo 64 e uma mala novinhos no lixo...
Foco, tenho que ter foco....
O resto virá. Será bom pras minhas crises de paranóia temporária e meu ócio criativo. Se bem que o ócio tá cada vez mais raro hoje em dia...
Bem é isso. Virá.

Ouvindo - Residente Calle 13 - Se Vale To